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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Às vezes somos como lagartas, tecemos nosso casulo, aos pouquinhos ele vai tomando consistência, firmeza... e quando chega a hora de sair do invólucro , descobrimos que é resistente demais, que precisamos juntar todas as forças para conseguir romper de uma só vez aquela crisálida. É aí que descobrimos que era necessário passar por esse processo, sem esse esforço não desenvolveríamos a musculatura necessária para alçar o voo. Assim como lagartas, se quisermos nos transformar em borboleta, não podemos queimar etapas, pois, por mais simples que pareça, cada uma contribui para o nosso crescimento.

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