Às vezes somos como lagartas, tecemos nosso casulo,
aos pouquinhos ele vai tomando consistência, firmeza... e quando chega
a hora de sair do invólucro
, descobrimos que é resistente demais, que
precisamos juntar todas as forças para conseguir romper de uma só vez
aquela crisálida. É
aí que descobrimos que era necessário passar por esse processo, sem esse
esforço não desenvolveríamos a musculatura necessária para alçar o voo.
Assim como lagartas, se quisermos nos transformar em borboleta, não
podemos queimar etapas, pois, por mais simples que pareça, cada uma
contribui
para o nosso crescimento.
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