Por muito tempo precisei de colo que ninguém me dava. Isso, porque justamente nos momentos de minhas dores e dissabores tinha alguém precisando de mim, então minhas dores eu as colocava no bolso e ia cuidar da dor do outro. Um dia esse bolso ficou cheio, tão cheio de dor que acabou arrebentando-se. Resultado: não poderia ser diferente, voou dor pra tudo que foi lado e não houve linha e agulha que desse jeito nesse bolso. Parecia o fim, mas o fim pode ser o começo e realmente foi. Foi nesse estourar do "bolso", nesse romper inesperado onde as dores mais fortes e profundas atingiram a superfície que encontrei o colo que tanto ansiei.
Quem nesta vida, nunca ficou horas com um papel em branco nas mãos e começou a rabiscar como forma de desabafo, altas declarações de amor, confissões, pedidos de perdão, momentos de alegria, de coragem, tristeza, decepção ou fúria, escrevendo tudo que queria dizer pra alguém, mas que por motivos que nem você sabe, não foi possível. Se tu és uma dessas bobas pessoas como a que vos escreve, convido-o(a) a compartilhar do ESCREVI MAS NÃO MANDEI..
Pesquisar este blog
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Consolo
Vi o mar,
mas ele não me viu
tive que ficar ali,
observando e desejando fervorosamente
molhar meus pés, deixar a onda bater em meu rosto e ir...
ir até aquelas pedras...
refletir, fazer balancetes, promessas, pensar, imaginar...
trazer minha fantasia para a realidade
e transportar algumas realidades para a ilusão.
Acordo desse devaneio doido,
Realidade: vejo o mar, mas nem pensar em aproximar-me
ordens por escrito que não devo me aproximar, não das águas, mas do sol.
Faz sentido?
Acho que não. O sol tá tão distante só um pouquinho não fará mal
tento convencer a autora de tal ordem, sem muito sucesso,
Não menina, nada de sol
Como vou viver "sem sol"?
Se contenta menina, ainda te restaram os chocolates
Mas o sol...
Ah o sol, ainda podes ver de tua janela.
Ahhh, acne maldita!
mas ele não me viu
tive que ficar ali,
observando e desejando fervorosamente
molhar meus pés, deixar a onda bater em meu rosto e ir...
ir até aquelas pedras...
refletir, fazer balancetes, promessas, pensar, imaginar...
trazer minha fantasia para a realidade
e transportar algumas realidades para a ilusão.
Acordo desse devaneio doido,
Realidade: vejo o mar, mas nem pensar em aproximar-me
ordens por escrito que não devo me aproximar, não das águas, mas do sol.
Faz sentido?
Acho que não. O sol tá tão distante só um pouquinho não fará mal
tento convencer a autora de tal ordem, sem muito sucesso,
Não menina, nada de sol
Como vou viver "sem sol"?
Se contenta menina, ainda te restaram os chocolates
Mas o sol...
Ah o sol, ainda podes ver de tua janela.
Ahhh, acne maldita!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Sonhar não é de graça
Quem disse que sonhar não custa nada, provavelmente nunca teve "um sonho" e certamente não mora no Brasil, pois em meio a tantos impostos, tenho cá minhas dúvidas se não pagamos até pra respirar.
Nada é de graça nessa vida, e sonhar não seria uma delas. Ao contrário, sonhar pode ser uma ocupação perigosa, envolve riscos e quanto maior o sonho, mais alto será o preço.
Quando desejamos algo, inevitavelmente o preço vem embutido, que pode ser abandonar velhos hábitos, enfrentar as dificuldades que irão surgir, o desânimo, e tantos outros obstáculos que teremos que ultrapassar.
No entanto, nem sempre estamos dispostos a pagar esse preço, ousamos sonhar, mas temos medo de seguir. Aí é que pode residir as frustrações, as desilusões, decepções... e pior que pagar um preço por sonhar, é tê-lo de pagar por enterrar um sonho, pois aquele que não se arrisca, um dia olhará para trás (sempre olhamos para trás) e verás que não fez o tanto quanto podia, e poderá ser tarde ao ouvir o coração dizendo: desperdicei minha vida. E triste constatação será essa, a de ter desperdiçado o vida quando ainda tinha vigor e lhe faltava coragem, e agora dispõe de coragem, mas já não tem grande importância o que outrora poderia dar mais significado a vida.
No entanto, nem sempre estamos dispostos a pagar esse preço, ousamos sonhar, mas temos medo de seguir. Aí é que pode residir as frustrações, as desilusões, decepções... e pior que pagar um preço por sonhar, é tê-lo de pagar por enterrar um sonho, pois aquele que não se arrisca, um dia olhará para trás (sempre olhamos para trás) e verás que não fez o tanto quanto podia, e poderá ser tarde ao ouvir o coração dizendo: desperdicei minha vida. E triste constatação será essa, a de ter desperdiçado o vida quando ainda tinha vigor e lhe faltava coragem, e agora dispõe de coragem, mas já não tem grande importância o que outrora poderia dar mais significado a vida.
Não tenhamos medo de sonhar, não nos detenhamos diante do preço a pagar... quanto maior o sonho (para tristeza dos pessimistas que acham que maior será a queda), maior será a realização. Afinal se não custasse nada, também não valeria nada. Acaso o que não tem valor tem preço algum?
sábado, 22 de outubro de 2011
Insolência
Só pode ter sido praga, ou sei lá o quê. O que sei é que essas infelizes não param de me perseguir.
No começo não dava muita importância, afinal eram só umas pobres lagartixas.
Nunca simpatizei com a cara das coitadas, mas desde que meu espaço fosse respeitado (uns cinco metros) não via muito problema na visita ainda que descortês.
No entanto a coisa tomou outro rumo, o que era apenas algumas aparições noturnas à procura de insetos, tornou-se uma incoveniência, as malditas tiraram a ideia absurda (não sei de onde), que eram "bem-vindas" e começaram a infestar meu espaço, aparecendo a qualquer hora do dia nos quatro cantos da casa, e por cima trazendo pai, mãe, irmãos, primas e a raça toda. Se não tomar providência logo, logo isso aqui vai virar um pântano, e se eu não as expulsar antes, eu que terei que procurar outro habitat.
Sou a incomodada, mas me recuso a sair. Já fui vitimada demais por elas. Só em lembrar o que elas já me fizeram, tenho a sensação que vou desmaiar (não é frescura) imaginem aí uma lagartixa enorme com as garras gigantescas grudadas em seu braço, pois foi assim a primeira vez que elas me atacaram, fui pegar um tapete que estava sobre o muro e o que encontro lá? A infeliz. E como não bastasse tamanha insolência em deitar sobre o tapete, ainda veio pra cima de mim, enfiou suas garras em meu braço e para meu desespero não tinha ninguém em casa, gritei feito uma louca (não queiram imaginar), esperando que alguém viesse me socorrer. Os vizinhos já estavam prestes a chamar a polícia achando que fosse algum bandido que havia invadido a casa, quando finalmente consegui desvencilhar-me da minha adversária. Passado o vexame quase morro de vergonha (ainda dizem que elas são inofensivas) e por pouco escapei.
Pensa que o ataque parou por aí? Engana-se. O ataque seguinte foi horrível, e o pior de tudo, nem direito a grito eu tive. Estava em uma reunião no salão duma igreja quando ela sutilmente apareceu, e eis que em meio a dezenas de pessoas quem ela resolve atacar? Um doce pra quem acertar. Quem mais poderia ser? EU! Pois dessa vez quase morri mesmo, ela caiu do teto sobre minha coxa esquerda e com toda sutileza foi descendo (sem a menor pressa e eu quase entrando em desespero), descendo pela perna até chegar ao chão. Eu, já gelada, roxa, amarela, verde e sei lá mais que cor, senti um certo alívio, mas a danada não se deu por satisfeita, deu meio volta resolvendo fazer outro percurso, dessa vez sobre a perna da cadeira, foi subindo com a maior calma até encontrar a parede. Finalmente pude respirar, minha colega que estava ao lado, não sabia se ria da minha cara ou se demonstrava solidariedade, na dúvida ela perguntou como eu contive o grito, até hoje não sei responder.
Sobrevivi aos ataques, constatei realmente que elas não matam (pelos menos sai viva), mas veio o terceiro e mais horrendo ataque: era manhã de um domingo, ou segunda sei lá, sei que era manhã, lá estava eu esfregando o chão com todo o capricho, cantarolando enquanto as unhas iam se quebrando, e eis que de repente lá surge ela, do nada, aliás, do telhado e paf em minha cabeça, na confusão misturou-se em meu cabelo e dessa vez não gritei - também não fiquei calada (desatei a chorar) foi desesperador...
Sobrevivi. Até o momento não houve mais ataques, mas elas estão sempre à espreita, esperando um vacilo meu.
O que antes era apenas antipatia por esses seres, agora tornou-se ódio mortal.
Agora me digam, eu tenho ou não motivos suficientes pra detestar esses seres?
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Chove lá fora!
Chove aqui dentro de mim.
Lá fora a chuva lava.
Aqui dentro, a chuva inunda.
Lá fora aquieta.
Aqui dentro, desespera.
Lá fora está frio, sombrio...
Aqui esquenta, aperta, deságua ...
A chuva que cai lá fora é diferente da que cai aqui dentro.
Uma brota das nuvens e rega a terra,
A outra brota do peito e desaba dos olhos.
Tanto lá fora como aqui dentro,
A chuva lava, purifica ... fertiliza.
E quando essa chuva passar,
o cinza, o frio, o sombrio, desaparecerá.
Lá fora brotará o verde.
Aqui dentro, restará o azul.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Pai,
Irei-me! Preciso de um pavio mais longo. O meu que um dia já foi mais comprido, está muito curto, meio desgastado, abusaram demais de minha paciência. Sei que não devo irar-me, devo me conter e falar no momento oportuno, mas tem dias que não dá. Não há pavio longo, estado alfa, paciência do mundo que um dia não se esgote, ainda mais se concidir com a infeliz TPM (sei que não é desculpa - mas todos sabem que se uma mulher matar alguém nesses dias não pode ser presa, não está em seu estado normal).
Pois bem, tentei me conter, fiz esforço sobrehumano pra acalmar-me, sei até que o Senhor me livrou de ir antes, pôs um freio em minha língua. Mas sou humana. Não dá pra ver essa gentinha falsa, mal amada, invejosa, fofoqueira, sair por aí contando o que bem quer, e deixar por isso mesmo, é preciso um basta, isso tem consequência na vida dos outros.
Mexa comigo, relevo. Mas não mexa com os meus. Viro onça.
Efésios 4:15, 19 diz que devemos falar a verdade em amor e crescer em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, e não permitir com que palavras insensíveis ou destrutivas saiam de nossas bocas.
Infelizmente, esse falar venenoso é uma característica muito comum em nosso meio. Pessoas que não sabem o que uma mentira pode causar na vida do outro e as espalha por aí, quem acoberta mentira, também é mentiroso, e, sabemos que mentira provém do coisa ruim, então não dá mesmo pra confiar em quem é capaz de mentir pra defender um mentiroso.
"O que a Bíblia diz sobre a ira?"
Em primeiro lugar, ira nem sempre é um pecado. Deus é raivoso (Salmo 7:11; Marcos 3:5), e os crentes são comandados a se irarem (Efésios 4:26). Duas palavras gregas são usadas no Novo Testamento para a nossa palavra “ira”. Uma (orge) significa “paixão, energia”; a outra (thumos) significa “agitado, fervendo”. O dicionário Webster define a ira como “emoção excessiva, paixão despertada por um sentimento de injustiça ou erro”; essa injustiça pode ter sido contra nós ou outra pessoa. Biblicamente falando, a ira é uma energia dada por Deus para nos ajudar a resolver problemas. Exemplos de ira bíblica incluem Paulo confrontando Pedro por causa de seu mau exemplo em Gálatas 2:11-14, Davi estando chateado ao escutar o profeta Natã narrando sua injustiça (2 Samuel 12) e Jesus ficando irado pela forma em que alguns judeus tinham difamado o louvor no templo de Deus em Jerusalém (João 2:13-18). Note que nenhum desses exemplos de ira envolveram auto-defesa, mas defesa de outras pessoas ou de um princípio.
No entanto, a ira se torna um pecado quando é causada por motivos egoístas (Tiago 1:20), quando o objetivo de Deus é destorcido (1 Coríntios 10:31), ou quando a ira permanece por muito tempo (Efésios 4:26-27). Ao invés de usar a energia gerada pela ira para atacar o problema em mão, a pessoa é que acaba sendo atacada. Efésios 4:15, 19 diz que devemos falar a verdade em amor e crescer em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, e não permitir com que palavras insensíveis ou destrutivas saiam de nossas bocas. Infelizmente, esse falar venenoso é uma característica comum do homem pecador (Romanos 3:13-14). A ira se torna um pecado quando permitimos com que transborde sem limites, resultando em um cenário no qual todos presentes se machucam (Provérbios 29:11), devastando tudo e todos, com consequências irreparáveis. A ira também se torna um pecado quando o que está irado se recusa a se acalmar, e acaba guardando rancor ou mágoas dentro de si (Efésios 4:26-27). Isso pode causar depressão e irritabilidade com qualquer coisinha, geralmente com coisas que não tinham nada a ver com o problema original.
Podemos lidar com a ira de uma forma bíblica:
1) Ao reconhecer e admitir que nossa ira e a forma na qual lidamos com ela são egoístas (Provérbios 28:13; 1 João 1:9). Essa confissão deve ser a Deus e àqueles que se machucaram como resultado de nossa ira. Não devemos minimizar esse pecado e dizer que “as coisas esquentaram um pouco o outro dia” ou ao tentar transferir a culpa: “bem, se você não tivesse agido do jeito que agiu...”
2) Ao ver que Deus tem controle sobre tudo. Isso é de grande importância especialmente quando outras pessoas fizeram algo para nos ofender especificamente. Tiago 1:2-4; Romanos 8:28-29 e Gênesis 50:20 apontam ao fato de que Deus é soberano e em total controle sobre TODAS as cirscunstâncias e pessoas que cruzam nosso caminho. Nada acontece conosco que Ele não permite. E assim como todos esses versículos ensinam, Deus é um Deus BOM (Salmo 145:8,9,17) que faz coisas boas e usa todas as coisas em nossas vidas para o nosso bem e para o bem daqueles que estão ao nosso redor! Refletir nessa verdade até que penetre nossas cabeças e corações vai influenciar como reagimos com aqueles que nos machucaram muito.
3) Ao dar espaço para a ira de Deus. Isso é especialmente importante em casos de injustiça, especialmente quando executados por homens “malignos” a pessoas “inocentes”. Gênesis 50:19 e Romanos 12:19 nos dizem que não devemos fazer o papel de Deus. Deus é correto e justo, e podemos confiar que Aquele que conhece tudo e vê tudo vai agir justamente (Gênesis 18:25).
4) Ao não retornar mal ao invés do bem (Gênesis 50:21; Romanos 12:21). Isso é de grande importância para converter nossa ira em amor. Assim como as nossas ações se originam em nossos corações, assim também nossos corações podem ser alterados por nossas ações (Mateus 5:43-48). Isso quer dizer que podemos mudar nossos sentimentos em relação a uma pessoa ao mudar como escolhemos agir ao redor dessa pessoa.
5) Ao escolher se comunicar bem para resolver o problema. Há quatro regras básicas para comunicação, de acordo com Efésios 4:15,25-32:
a) Seja honesto no seu falar (Efésios 4:15,25). As pessoas não podem ler nossas mentes. Fale a verdade EM AMOR.
b) Não acumule (Efésios 4:26-27). Não devemos permitir que o que está nos incomodando acumule até que finalmente perdemos o controle. Compartilhar e lidar com o que está nos incomodando antes de chegar a esse ponto é muito importante.
c) Ataque o problema, não a pessoa (Efésios 4:29,31). Devemos manter o volume de nossa voz baixo (Provérios 15:1). Gritaria é geralmente considerada uma forma de ataque.
d) Aja, não reaja (Efésios 4:31-32). Por causa de nossa natureza pecaminosa, nosso primeiro impulso é geralmente pecaminoso (verso 31). O tempo que passamos “contando até dez” deve ser usado para refletir em uma resposta que agrada a Deus (verso 32) e para nos lembrar que a ira deve ser usada para resolver problemas, não para criar outros problemas maiores.
6) Em último lugar, devemos fazer a nossa parte para resolver o problema (Atos 12:18). Não podemos controlar como outras pessoas vão responder, mas podemos cuidar do que deve ser mudado da nossa parte. Superar um temperamento explosivo não vai acontecer da noite para o dia. No entanto, através de orações, estudos Bíblicos e dependência do Espírito Santo de Deus, podemos ter vitória. Assim como talvez nós deixamos com que a ira fizesse parte de nossas vidas através de prática habitual, também precisamos praticar responder da forma correta até que se torne um novo hábito que substitui os velhos hábitos.
No entanto, a ira se torna um pecado quando é causada por motivos egoístas (Tiago 1:20), quando o objetivo de Deus é destorcido (1 Coríntios 10:31), ou quando a ira permanece por muito tempo (Efésios 4:26-27). Ao invés de usar a energia gerada pela ira para atacar o problema em mão, a pessoa é que acaba sendo atacada. Efésios 4:15, 19 diz que devemos falar a verdade em amor e crescer em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, e não permitir com que palavras insensíveis ou destrutivas saiam de nossas bocas. Infelizmente, esse falar venenoso é uma característica comum do homem pecador (Romanos 3:13-14). A ira se torna um pecado quando permitimos com que transborde sem limites, resultando em um cenário no qual todos presentes se machucam (Provérbios 29:11), devastando tudo e todos, com consequências irreparáveis. A ira também se torna um pecado quando o que está irado se recusa a se acalmar, e acaba guardando rancor ou mágoas dentro de si (Efésios 4:26-27). Isso pode causar depressão e irritabilidade com qualquer coisinha, geralmente com coisas que não tinham nada a ver com o problema original.
Podemos lidar com a ira de uma forma bíblica:
1) Ao reconhecer e admitir que nossa ira e a forma na qual lidamos com ela são egoístas (Provérbios 28:13; 1 João 1:9). Essa confissão deve ser a Deus e àqueles que se machucaram como resultado de nossa ira. Não devemos minimizar esse pecado e dizer que “as coisas esquentaram um pouco o outro dia” ou ao tentar transferir a culpa: “bem, se você não tivesse agido do jeito que agiu...”
2) Ao ver que Deus tem controle sobre tudo. Isso é de grande importância especialmente quando outras pessoas fizeram algo para nos ofender especificamente. Tiago 1:2-4; Romanos 8:28-29 e Gênesis 50:20 apontam ao fato de que Deus é soberano e em total controle sobre TODAS as cirscunstâncias e pessoas que cruzam nosso caminho. Nada acontece conosco que Ele não permite. E assim como todos esses versículos ensinam, Deus é um Deus BOM (Salmo 145:8,9,17) que faz coisas boas e usa todas as coisas em nossas vidas para o nosso bem e para o bem daqueles que estão ao nosso redor! Refletir nessa verdade até que penetre nossas cabeças e corações vai influenciar como reagimos com aqueles que nos machucaram muito.
3) Ao dar espaço para a ira de Deus. Isso é especialmente importante em casos de injustiça, especialmente quando executados por homens “malignos” a pessoas “inocentes”. Gênesis 50:19 e Romanos 12:19 nos dizem que não devemos fazer o papel de Deus. Deus é correto e justo, e podemos confiar que Aquele que conhece tudo e vê tudo vai agir justamente (Gênesis 18:25).
4) Ao não retornar mal ao invés do bem (Gênesis 50:21; Romanos 12:21). Isso é de grande importância para converter nossa ira em amor. Assim como as nossas ações se originam em nossos corações, assim também nossos corações podem ser alterados por nossas ações (Mateus 5:43-48). Isso quer dizer que podemos mudar nossos sentimentos em relação a uma pessoa ao mudar como escolhemos agir ao redor dessa pessoa.
5) Ao escolher se comunicar bem para resolver o problema. Há quatro regras básicas para comunicação, de acordo com Efésios 4:15,25-32:
a) Seja honesto no seu falar (Efésios 4:15,25). As pessoas não podem ler nossas mentes. Fale a verdade EM AMOR.
b) Não acumule (Efésios 4:26-27). Não devemos permitir que o que está nos incomodando acumule até que finalmente perdemos o controle. Compartilhar e lidar com o que está nos incomodando antes de chegar a esse ponto é muito importante.
c) Ataque o problema, não a pessoa (Efésios 4:29,31). Devemos manter o volume de nossa voz baixo (Provérios 15:1). Gritaria é geralmente considerada uma forma de ataque.
d) Aja, não reaja (Efésios 4:31-32). Por causa de nossa natureza pecaminosa, nosso primeiro impulso é geralmente pecaminoso (verso 31). O tempo que passamos “contando até dez” deve ser usado para refletir em uma resposta que agrada a Deus (verso 32) e para nos lembrar que a ira deve ser usada para resolver problemas, não para criar outros problemas maiores.
6) Em último lugar, devemos fazer a nossa parte para resolver o problema (Atos 12:18). Não podemos controlar como outras pessoas vão responder, mas podemos cuidar do que deve ser mudado da nossa parte. Superar um temperamento explosivo não vai acontecer da noite para o dia. No entanto, através de orações, estudos Bíblicos e dependência do Espírito Santo de Deus, podemos ter vitória. Assim como talvez nós deixamos com que a ira fizesse parte de nossas vidas através de prática habitual, também precisamos praticar responder da forma correta até que se torne um novo hábito que substitui os velhos hábitos.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Incentivo ao português errado
Perdoem-me a ignorância, mas tem coisas que não dá. Respeitar a pluralidade cultural é uma coisa, mas incentivar o uso errado do português é outra bem diferente. Afinal, pra quê serve algumas dessas leis e emendas que esses deputados filhos da p... inventam pra fingir que trabalham e que serve pra atrapalhar a vida dos cidadãos que realmente suam pra sobreviver?
Não vou bancar a iluminada e querer concordar que tudo é bonitinho, que devemos aceitar e pronto. Pelo amor de Deus, como é que eu vou aceitar, ou melhor fazer vista grossa quando meu aluno "escreve" e "fala errado"? Isso é pedir demais.
Segundo determina os PCNs, o professor não deve corrigir a maneira de falar do estudante (esse documento está ancorado em uma ideologia segundo a qual distinguir o certo do errado no ensino do idioma é "preconceito linguístico". Diz o texto que a escola precisa livrar-se do mito de que existe uma única forma de falar.
Tudo bem, é papel sim da escola promover a igualdade. Mas vejam que contradição, os alunos devem ir cada um com sua linguagem que tudo é válido. Depois cobram nas redações oficiais e vestibulares a norma culta da língua", mas não disseram que é descabido treinar o uso formal da língua na sala de aula"? Se elas não aprenderem na escola vão aprender aonde? Uma vez que sua forma de falar vem da família. Ainda dizem que é descabido.
Descabido é formar crianças e jovens que serão preteridas no mercado de trabalho por não saberem usar corretamente o idioma.
Sem cabimento é essa alienação em massa. Inoportuno é viver acreditando que sua forma é a correta, e quando chegar lá adiante ver que as coisas não são bem assim, porque os "filhinhos dos deputados e da elite", tiveram outra cultura, aprenderam um português diferente do deles, o Português que os vestibulares, concursos e afins aceita como o certo. Isso realmente é para ser levado à sério? Sinto muito, longe de mim responder tal questão. Que fique cada um com suas indignações.
sábado, 8 de outubro de 2011
Ninguém pode dar o que não possui
Tenho me sentido legal, mas é um legal tão merecido, sabe, tão batalhado, que viver está sendo lindo. Antes que me pergunte se isso é paixão, adianto é. É paixão por uma pessoa muito, mas muito especial mesmo. Que outra coisa poderia ser ao acordar antes das cinco da manhã em pleno sábado, pra ir estudar depois de uma exaustiva semana de trabalho e por cima ao olhar no espelho avistar um sorriso discreto no fundo dos olhos? Que outro nome poderia ter essa coisa que me fez tomar café da manhã com torta de chocolate (enquanto meus colegas me desaprovavam)? E ainda, enxergar o lado bom das pessoas, rir de tanta bobagem, (ri que passei da conta) estava precisada.
Os dias não são "apenas um dia a mais", cada dia é especial. Descobri uma paixão enorme que sempre existiu e eu nem fazia questão de notá-la, enquanto priorizava outras coisas. No que depender de mim, me recuso a ser infeliz, probleminha nenhum irá tirar minha paz, decidi ser feliz e não volto atrás. Decidi dar o melhor de mim em qualquer coisa que eu me propor a fazer (a satisfazer minhas vontades -desde que não prejudique ninguém - a fazer o que gosto sem me importar tanto com opinião alheia, a comer chocolate a hora que bem entender e não me preocupar se vai me render mais uma "espinha", a me presentear de vez enquando, a fazer escova pela manhã e se der vontade lavar a cabeça no meio da tarde). E funciona, pensamento positivo sempre funciona.
Fui à aula com esse pensamento, e foi maravilhosa, muito rendimento, diversão, aprendizado, enfim o que estou buscando no momento. Estava precisando de dias assim, calmos, serenos, afinal é primavera, chega de tanto inverno (que mais pareceram inferno).
Já posso avistar o arco-íris surgindo sutilmente, as cores meio embaçadas, mas sei que ele está surgindo, a ordem é essa e não vai mudar "primeiro a chuva, depois o arco-íris". Enquanto o aguardo, decidi fazer uma coisa bem legal pra essa pessoa por quem descobri essa paixão adormecida, fiz compras (fugi à regra de não gastar no momento), mas essa pessoa merece, merece meu mimos ,meus presentes, meus cuidados, afinal, existe pessoa mais especial que "eu"? Eis minha grande paixão: EU!
Não existe pessoa mais especial que você, mais especial que eu. Somos únicos. O criador nos fez assim, e quando nos deu o mandamento de "amar ao próximo como a nós mesmos", Ele quer nos nos amemos também.
Desconfio que a causa de todos os males que assola a humanidade seja a falta de amor. Pois, quem não gosta de si próprio, não gostará de mais ninguém. O mesmo que nutrir por ele transmitirá ao seu próximo.
Quem ama, não vê o próximo sofrendo e se omite, não cala diante das injustiças, não cruza os braços enquanto vê pessoas morrendo quando pode ajudá-las, não se conforma com as desgraças que assola pessoas em qualquer parte do mundo quando pode fazer algo, se comove mesmo quando não pode fazer nada.
As pessoas não estão amando seu próximo, porque não aprenderam a si amar, porque não aprenderam a respeitar-se, a aceitar-se como são. Pois como pode nutrir tão belo sentimento por seu semelhante quando não existe nem por si mesmos? Ninguém pode dar o que não possui, ninguém pode amar se não souber o que é amor.
Que aprendamos a nos amar de verdade. Só assim poderemos cumprir tão grande mandamento.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Pessoas não mudam
Chega de me doar, chega de me doer! Chega de só pensar nos outros e me deixar em segundo plano. A partir de hoje serei mais egoísta do que gostaria de ser.
Grande ilusão achar que as pessoas mudam. Não existem dois caminhos numa única pessoa, elas só agem assim quando lhe convém, mas na verdade seus pensamentos permanecem os mesmos. Elas nunca vão mudar, será sempre, o que sempre foram, podem esconder o disfarce por um certo tempo, podem se fazer de dóceis por mais um período, para que você no seu mais alto grau de idiotice caia na delas, podem se fazer de vítimas, até fazer você se sentir culpado por ter-lhe causado alguma dor.
Podem até mudar suas crenças, seus esteriótipos, seus ambientes, mas se tem uma coisa que não muda é sua natureza e sua essência.
Mudar custa caro, e poucos estão dispostos a pagar tão alto, a admitir erros e pecados; abandonar hábitos arraigados; renunciar confortos convenientes; abrir mão de convicções antigas; aprender coisas novas, reeducar o corpo e a mente, as emoções; e, principalmente perdoar. Mudar implica abandonar a ilusão e encarar a verdade. E a verdade geralmente dói.
Assinar:
Postagens (Atom)